Maria, Alemanha

Mai 13, 2026 | Graças

Sempre que vou a Portugal, uma amiga dá-me as suas revistas religiosas que não precisa. Ao ver na capa a Irmã Lúcia fiquei muito curiosa e contente.Adoeci gravemente e estive à beira da morte por duas vezes. Os médicos chegaram a dar-me 3 meses de vida.
A Irmã Lúcia já tinha falecido quando pedi para a minha mãe me mandar uns livros que me falassem dela e de Fátima. Confesso que peguei nos livros como incrédula que era, mas com uma grande curiosidade.
Lia os livros a fio, sem parar. Repeti várias vezes, até já quase saber algumas passagens de cor. Senti um arrependimento imenso por toda a minha vida, pelo meu afastamento, falta de amor e, enfim por tudo aquilo que deveria ter feito e não fiz. Vi o tamanho da minha cegueira e as oportunidades perdidas que Deus me tinha oferecido!
Depois de 16 anos de casamento no civil, o meu marido que é alemão e que era de outra religião, nada sabia de Nossa Senhora de Fátima, começou a sentir também através das palavras de Lúcia (que eu lhe lia e traduzia para alemão), o chamamento de Deus e converteu-se à Igreja Católica. Com a ajuda de Nossa Senhora casei pela Igreja e Nossa Senhora de Fátima foi a minha madrinha.
Bem podem imaginar a gratidão que temos pela Irmã Lúcia!